“Você é meu.
Mesmo bravo.
Mesmo irritado.
Mesmo retardado.
Mesmo chato.
Mesmo idiota.
Mesmo estupido.
Mesmo intolerante.
Mesmo manhoso.
Mesmo dengoso.
Mesmo triste.
E a cada vez que sorri, se torna mais meu.
– Meu, meu, meu e só meu.
Se eu falava “Babalu” ao invés de “Bubbaloo”?

Se eu ainda falo?

Se eu vou continuar falando pra sempre?
